<![CDATA[Noticias]]> http://www.pordarfur.org Tue, 07 Feb 2012 00:04:22 +0000 Tue, 07 Feb 2012 00:04:22 +0000 (site@pordarfur.com) site@pordarfur.com Goweb_Rss http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss <![CDATA[África à procura da moeda única]]> http://www.pordarfur.org/pt/noticias/detail/id/1699 http://www.pordarfur.org/pt/noticias/detail/id/1699

A União Africana criará um instituto para estudar as políticas necessárias para conseguir criar um banco central africano e estabelecer a moeda única até 2020. O Comissário para os Assuntos Económicos da UA, Maxwell
Mkwezalamba, disse que o banco, que poderia ter sede na Nigéria, permitiria o livre comércio e ajudaria a reduzir os gastos dos empresários africanos nas tranzações cambiais. O Instituto Monetário de África, por sua parte, servirá para facilitar a criação de uma estratégia orientadora com rumo à moeda única e à fundação do Banco Central Africano.  

“Não é fácil criar um Banco Central Africano. Para isso é necessário que todos os países estejam de acordo, porque implica alguma perda de soberania. Certo é que teremos fortes debates com a Associação de Governadores de Bancos Centrais Africanos”, afirmou Mkwezalamba aos jornalistas nas reuniões preparativas da cimeira de chefes de estado em Addis-Abeba, segundo noticia a Pana.

“Teremos que chegar a um acordo sobre critérios de convergência, e aceitar metas para a inflação e dívida, assim como estabelecer a livre circulação de mercadorias e capitais”, acrescentou o Comissário, afirmando que seria impossível criar um banco central funcional se não houvesse garantias à livre circulação de bens e serviços.

Os planos para um Banco Central Africano intensificaram-se pelos problemas derivados da crise da dívida europeia, que  afetará as economias africanas pelos seus fortes vínculos de dependência ao velho continente.

“A crise da dívida na Europa é uma oportunidade para criar o Banco Central Africano e a moeda única”, concluiu o Comissário Maxwell Mkwezalamba.


Informação obtida da  Agência Pana    

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Mon, 06 Feb 2012 00:00:00 +0000
<![CDATA[Líderes africanos debatem o modelo económico continental]]> http://www.pordarfur.org/pt/noticias/detail/id/1700 http://www.pordarfur.org/pt/noticias/detail/id/1700

Líderes africanos debateram no Fórum Económico Mundial suas intenções de estreitar a cooperação no continente. Com a designação “África: da Transição à Transformação”, a sessão contou com a presença do presidente da maior potência do continente, o sul-africano Jacob Zuma, que pediu maior investimento nas infraestruturas que promovam o comércio dentro do continente negro.

Defendeu-se a existência de uma pasta ministerial para a energia, infraestruturas e comércio de todo o continente, o que deveria ser acordado pela União Africana.

Por seu lado, Meles Zenawi, primeiro-ministro etíope, pediu prudência:”Os europeus demoraram 50 anos para conseguir a moeda única, e para alguns deles foi demasiado rápido ao que parece pelos resultados”.

Raila Odinga, do Quénia, queixou-se de que a Europa comercializa mais entre ela que com o resto do mundo, enquanto os negócios entre países africanos têm um volume “insignificante”.

Entre algumas críticas, ouviu-se: “ somos egoístas, preocupamo-nos mais em lutar pelo poder que pelo progresso do nosso povo”.

O presidente da Tanzânia, Jakaya Kikwete, destacou o problema da corrupção sem ponta por onde se lhe pegue que mina o continente de norte a sul e de leste a ocidente. Para Jakaya Kikwete a primeira luta sem tréguas que os políticos devem empreender é contra a corrupção, começando por eles próprios.

Muitos líderes destacaram que a economia da Índia, com seu rápido crescimento no setor das manufaturas, poderia ser um bom modelo a seguir pelos países negros, informação veiculada pela BBC.

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Mon, 06 Feb 2012 00:00:00 +0000
<![CDATA[Sudão]]> http://www.pordarfur.org/pt/noticias/detail/id/1698 http://www.pordarfur.org/pt/noticias/detail/id/1698

Cinco turcos libertados por rebeldes em Darfur

 

   
Cartum - Cinco turcos, sequestrados em 2011 no Darfur, chegaram a Cartum depois de terem sido libertados por rebeldes dessa região do oeste do Sudão mergulhada numa guerra civil, anunciou na quinta-feira o Comité Internacional da Cruz Vermelah (CICV).

        

 

"Transportamos os cinco cidadãos turcos que foram libertados pelo Movimento pela Justiça e Igualdade" (JEM), o mais militarizado dos grupos rebeldes de Darfur, informou Aleksandra Matijevic Mosimann, da Cruz Vermelha.


Das agências noticiosas africanas

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Fri, 03 Feb 2012 00:00:00 +0000
<![CDATA[Sudão do Sul reduzirá sua dependência do Sudão do Norte após acordo com o Quénia]]> http://www.pordarfur.org/pt/noticias/detail/id/1697 http://www.pordarfur.org/pt/noticias/detail/id/1697

O Sudão do Sul acordou a construção do oleoduto com o Quénia no prazo de um ano, que ligará as zonas de extração de petróleo do novo país, ao porto queniano de Lamu. Este acordo permitirá ao Sudão do Sul maior autonomia nas exportações em relação ao regime de Cartum, que tem criado muitas dificuldades ao governo de Juba na questão de escoamento de crude pelo seu território.

Ainda recentemente houve negociações que fracassaram sobre as taxas a aplicar ao escoamento do crude que passa pelo território do Sudão.

Mediante a situação de impasse, o Sudão do Sul ameaçou paralizar a produção de petróleo devido ao que classificou de “roubo” de seu vizinho do norte no que se refere às tarifas aplicadas para poder despachar o crude ao mercado internacional.

O anúncio do novo oleoduto pode considerar-se como um aviso ao Sudão para fazer ver que Juba pode prescindir de Cartum no que se refere ao negócio de escoamento do petróleo.

“O oleoduto pasará pelo Quénia, mas será construido pelo Sudão do Sul, a quem pertencerá”, disse Raila Odinga, presidente do Quénia, no ato de acordo em Juba. Supõe-se que a referida infraestrutura estará operacional em 11 meses, porém persistem algumas dúvidas, já que os especialistas opinam que o normal seria demorar até três anos.

Correspondentes da BBC disseram que existe alguma preocupação sobre o impacto que poderá ter a construção de uma obra gigantesca sobre o meio ambiente, já que o porto de Lamu está situado numa das zonas melhor conservadas da África Oriental. Segundo a BBC há grupos da sociedade civil no Quénia que pensam tomar medidas no sentido de obrigar o governo queniano a rever o compromisso com o Sudão do Sul.

 

 

 

 

 

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Wed, 01 Feb 2012 00:00:00 +0000
<![CDATA[União Africana: O beninês Boni Yayi assume a presidência]]> http://www.pordarfur.org/pt/noticias/detail/id/1695 http://www.pordarfur.org/pt/noticias/detail/id/1695

Boni Yayi pede aos governos de Cartum e de Juba para que “resolvam as tensões relacionadas com o petróleo” e garante o “apoio do continente” à Nigéria e aos países do Sahel para restabelecer a segurança. São as primeiras declarações feitas pelo chefe de estado do Benin, Thomas Boni Yayi, como novo presidente da União Africana, cargo que ocupará até janeiro de 2013.

Reunidos em Addis Abeba para a sua 18ª cimeira anual, os chefes de estado e de governo da União Africana elegeram um economista, com larga experiência na direção do Banco de Desenvolvimento da África Ocidental e que governa o Benin desde 2006. Boni Yayi sucede ao controverso chefe de estado da Guiné Equatorial Teodoro Obiang Nguema. Os outros dois candidatos à presidência da UA eram o gambiano Yahya Jammeh e o nigeriano Goodluck Jonathan.

A cimeira elege ainda o presidente da Comissão da UA, são candidatos o gabonês Jean Ping, que ocupa o cargo, e a sul-africana Nkosazana Dlamini-Zuma.

Ban Ki-moon apelou aos dirigentes africanos para “escutarem mais os seus povos, tirando uma lição das revoltas árabes que foram fonte de inspiração e uma chamada de atenção para todos”.

O SG da ONU também pediu aos estados da UA que “tomem decisões para solucionar os problemas regionais”, entre os quais destaca o contencioso petrolífero entre o Sudão e Sudão do Sul.

Para Ban Ki-moon a crise nos estados de Kordofan do Sul e Nilo Azul constitui “uma séria ameaça para a paz e a segurança de toda a região”, para além de ser motivo de “preocupação” a causa de “falta de acesso aos trabalhadores humanitários” a zonas onde – segundo a ONU – pelo menos 120.000 necessitam de ajuda urgente.

O tema forte desta cimeira centra-se no “Desenvolvimento do comércio interno africano”, abrir as fronteiras ao livre trânsito de mercadorias e pessoas no continente.

O SG das Nações Unidas, Ban Ki-moon destacou em sua mensagem à cimeira que “o futuro da África dependerá também das mudanças de atitude dos governantes em relação aos direitos civis, políticos, económicos e sociais”.

Para muitos observadores bem colocados em Addis Abeba, não passou despercebida a ausência do presidente senegalês Abdoulaye Wade. Não se encontra na cimeira porque ocorrem graves tensões em Dakar e o Senegal está a poucas semanas das eleições presidenciais.

Durante o fim de semana na capital etíope também se realizou a 26ª reunião de chefes de estado da Nova Associação para o Desenvolvimento da África (NEPAD), que concluiu a primeira década de sua existência (2001-2011).

O desafio da próxima década é, segundo o presiente da NEPAD e primeiro ministro estíope, Meles Zenawi, a consolidação do crescimento económico no contexto da crise económica mundial e do colapso financeiro da Europa.


De órgãos de informação africanos

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Tue, 31 Jan 2012 00:00:00 +0000